Fazer por ser

Fazer por ser

quarta-feira, março 10, 2010

Bora lá

Hoje estou bem dispostinha, e ao contrário do que tem sido habitual, escrevo com um sorriso de orelha a orelha. Ainda hà dias me perguntava porque é que só me aventurava na escrita quando me sentia só e triste....(que chatice, eu não sou assim)

Queria tanto que o meu blogue fosse qualquer coisa como "O Cantinho das Amigas" passo a publicidade, onde tivesse a certeza que os meus seguidores e não só, soltariam gargalhadas ao ler as peripécias do meu dia a dia....porque as tenho, todo o Santo Dia, não me tem é apetecido descrevê-las.

O facto é que realmente não me tenho "posto a jeito" para alegrias...e acho que o nosso estado de espirito é da nossa inteira responsabilidade. Embora lá mudar isso. Sim...porque acho que estou com uma certa tendência a fatalismos(será da idade?), e eu repito...NÃO SOU ASSIM.

Além de mais um dia de chuva nesta terrinha (ufffff....a deitar fumo pelos olhos, já não posso com chuva), umas reuniões de caricácá e conversas de encher chouriços, o balanço até foi positivo. Às vezes basta um telefonema, um mail na hora certa com uma mensagem que nos toca......uma hora de almoço muito bem passada e tchanaaaaannnn, abrimos os braços e incutimo-nos aquela força que é necessária para nos erguer e ir à luta. Eu sou mulher de luta...

Gostei deste mail...mesmo muito. Obrigada Woodfriend

terça-feira, março 09, 2010

Porque não me ensinaste Avó

Ontem fui levar-te flores....era dia da Mulher e se há "Mulheres" tu és a maior delas. Já se passaram treze anos e sinto uma enorme saudade de ti,que tão suavemente me chamavas "minha Ziza da avó...minha menina", este cantinho é todo ele te dedicado, não me ocorre outro nome que me poderia identificar melhor.

Foste tu que me ensinas-te a andar, pegaste-me na mão... desajeitadamente e aos tropeços dei os primeiros passos. Desviavas todos os obstáculos para que não caísse e dizias-me que não fosse por ali ou por acolá, os perigos espreitavam.

Comecei a andar sozinha, sabia que por detrás havia sempre uma mão estendida e isso dava-me uma segurança, que me fazia confiar e acreditar que estarias sempre por ali.

Mais tarde ensinaste-me a cuidar de mim e fizeste-me entender que deveria respeitar os outros, que devia estudar, cumprir todas as tarefas que iriam contribuir para que conseguisse tornar-me numa pessoa de quem te pudesses orgulhar mais tarde.

Veio a escola, a professora, os colegas...aprendi a ler, a escrever, a brincar, a partilhar...

Durante muitos anos aprendi aquilo que quiseste ou quiseram que eu soubesse, mas...o que nunca me ensinaste, foi como devia fazer para aprender a conviver com o sofrimento, com a dor , com a perda, com as ausências, com a saudade, com a mentira, com a traição, com a injustiça...

Não me ensinaste a descobrir quando me devia afastar de pessoas, que nunca me dariam motivos para sorrir.

Nunca me ensinaste a não amar quem não me ama, hoje tento amar mesmo sem ser amada, fazendo o meu exercício quotidiano para que consiga amar incondicionalmente.

Não me ensinaste a erguer depois da desilusão, a esquecer quem nunca se lembrou de mim, a perdoar erros irreparáveis, a esquecer mágoas, a conviver com a solidão imposta, a defender-me de agressões emocionais, a evitar a invasão do que melhor penso possuir, a minha identidade, o meu "EU".a minha auto estima e o respeito que tenho por mim.

Não me ensinaste como sobreviver depois de uma tempestade, nem sequer me disseste onde devia procurar refúgio, escondeste, não acredito que tenha sido de propósito, que o mundo que me mostravas era muito diferente daquele que iria encontrar um dia.

Se ao menos eu sentisse que quando estivesse em perigo tinha braços abertos para me ampararem! Mas tu já não estás sempre de mão estendida.

Hoje não te tenho avó, nem tudo o que não me ensinaste, vou aprendendo, muitas vezes da pior forma, contudo, ainda me resta o melhor... A VIDA.

sábado, fevereiro 27, 2010

Lição de vida

Para quem me conhece sabe que em tudo o que me acontece na vida, sejam elas “desgraças” ou alegrias, não me faltará certamente uma dose de ironia ao descrevê-las, e concerteza que acredito que se tira sempre uma lição (acredito piamente). Pode parecer absurdo, e por muito abalada (para não dizer de rastos) que esteja, deixo aqui umas dicas para quem não quer perder um grande amor.

Uma coisa garanto, perder um grande amor é fácil, pois grandes sentimentos criam alta intolerância. Assim qualquer coisa que seja dita, qualquer atitude que cause desconfiança, qualquer mudança inesperada, pode abalar a mais apaixonada das relações. Para perder um grande amor é preciso muito pouco. Aquela palavra torta, a revelação inesperada de um segredo íntimo, até mesmo a confessada atracção passageira por outra pessoa. E lá se vai o amor, todo inteiro, sem condição de recuperação.

Então aí está, para quem quer perder alguém especial basta:

1º Uma dose moderada de insegurança, que é péssima conselheira nos recônditos da paixão. Um pouco desse sentimento já é o suficiente para envenenar a alma e afastar a possibilidade de harmonia e estabilidade de qualquer coração.

2º O ciúme……sim. Mas não um ciúme qualquer. Aquele ciúme perfeito, que não dá sossego e tira a serenidade, sendo constante e absoluto, marcando presença em todos os momentos.

3º O espelho, algumas vezes, também ajuda a perder um grande amor. Basta apenas se manter defronte dele, constatar imperfeições e defeitos, que apenas quem se espelha enxerga, e depois atormentar a pessoa amada, querendo que ela garanta que está tudo bem, que ela está encantada.

4º Um encontro inesperado com o passado, na figura de um ex, pode remexer toda a relação e transtornar os sentimentos, transformando-os em tormentos, arrasando o grande amor.

5º Em termos de tecnologia, nenhum aparelho é mais eficaz para liquidar um grande amor do que o telemóvel, tem um efeito destruidor, principalmente quando usado para controlar o ser amado, mesmo numa distância de léguas, sem tréguas e sem limites, na inquieta busca apaixonada de dominar seus passos, decisões e apetites.

Mas, se nada disso fizer efeito, há uma solução infalível: faça tudo o que lhe pede o seu amor. Concorde com tudo, aceite suas ideias e solicitações. Espere por ele horas a fio, sem nada perguntar, sem dar um pio, e ele certamente, logo irá embora bem contente, por se livrar de pessoa tão chata e carente.

Mas em tudo isto acredito que:

“Perder não é tão difícil quanto conquistar um grande amor, assim como outras coisas na vida, porém, perder um, ou dois, ou três... não significa que não há tempo para “recomeçar” e “reconquistar” tudo, só que de maneira mais sólida e definitiva...”.

And so it is….

segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Garganta

Há Dias assim



domingo, fevereiro 14, 2010

PS I Love You


O que é o amor? Essa é uma pergunta que vem intrigando a humanidade há séculos e, apesar desse tempo todo, fazer amor continua sendo muito mais fácil que falar dele. Além de parecer impossível prender a idéia de amor dentro dos limites de um conceito, corre-se o risco de se exceder no cientificismo sobre um tema que todos conhecemos, desde sempre, em prosa e verso de forma muito mais sublime e agradável.

O amor aparece nas mais diversas áreas do pensamento humano, da poesia à imagem funcional cerebral, da mitologia à patologia, da razão para o prazer, da motivação para o crime. Afirmações como “isso é amor”, ou seu contrário, “não, isso não pode ser amor” oscilam ao sabor das conveniências da situação. Mas cada um sabe exactamente como está sentindo o seu amor, ou lamentando a falta dele, se regozijando ou sofrendo com ele, explicando que tipo de amor é o seu, reclamando reciprocidade, exigindo cumplicidade ou ocultando o amor proibido. Talvez a única certeza que podemos ter em relação ao amor é que sobre ele não temos nenhum controle.

The first step


O primeiro passo foi dado...inauguro assim o meu primeiríssimo blog. Espero então relatar algumas das experiências e situações mais ou menos interessantes, divertidas, agradáveis ou não vividas por mim...

Vou tentar mantê-lo actualizado, pois se assim não for acaba por "morrer".

Todos aqueles que se mostrem interessados em seguir este blog e postar comentários serão bem-vindos.

Uma palavra especial ao Marco que meu deu as primeiras dicas e à minha doce Nunette que foi, é e será sempre uma referência nesta arte de blogar, parafraseando-a "Ahh melher bebe um copo de vinho e vais ver, é só escrever"

Eu bebi 2 ou três pois a escrita ainda não me está entranhada no sangue.

Desejo a todos as maiores felicidades e que vivam intensamente esta minha grande aventura (e será realmente uma aventura) que será maior para uns e não tão desafiante para outros.

Deixo-vos com a foto do meu lider Regional pois estou convicta que Portugal precisa de um homem destes para orientar o País.

Beijos insulares